quarta-feira, 27 de maio de 2015

O segredo das vitaminas

O segredo das vitaminas
As vitaminas e os sais minerais são chamados de micronutrientes e estão presentes nos alimentos de origem vegetal ou animal.
As vitaminas podem ser classificadas em dois grupos:
- Hidrossolúveis: Essas vitaminas não são armazenadas no nosso organismo em quantidades significativas. Por isso, precisamos diariamente ingerir alimentos que contenham essas vitaminas. Fazem parte deste grupo as vitaminas presentes no complexo B e a vitamina C.
- Lipossolúveis: Necessitam do auxílio da gordura para serem absorvidas, são armazenadas por períodos maiores no nosso corpo. Neste grupo encontram-se as vitaminas A, D, E e K.
Ambos os tipos de vitaminas são necessárias para o funcionamento adequado do corpo.
Os sais minerais possuem papéis essenciais, são necessários para o funcionamento das nossas células e participam ativamente do nosso metabolismo. Alguns exemplos de minerais são: sódio, potássio, magnésio, ferro, zinco, iodo, selênio e cálcio.
As principais fontes de Vitaminas e Sais Minerais são as frutas, verduras, legumes, carnes, leite, ovos e cereais integrais.
Você sabia....
Estudos científicos mais recentes têm relacionado o consumo de alimentos ricos em vitaminas e sais minerais como frutas, legumes e verduras ao menor risco de desenvolvimento de muitas doenças crônicas não-transmissíveis como hipertensão e doenças cardíacas, além de auxiliar na prevenção do câncer de vários órgãos, devido a grande quantidade de compostos antioxidantes presentes nestes alimentos.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Alimento que ajuda a combater os males da diabetes

BATATA YACON: INSULINA NATURAL PARA DIABÉTICOS
Apelidada popularmente de “insulina natural”, a batata yacon ganhou destaque depois que pesquisadores da Universidade de Fukushima, no Japão, encontraram nela uma substância semelhante à insulina, capaz de reduzir as taxas de glicose no sangue. Esses estudos concluíram que o tubérculo, originário dos Andes, pode contribuir no tratamento de diabetes. O efeito benéfico decorre de uma interessante combinação de nutrientes. O carboidrato presente ali, a inulina, é um tipo de açúcar de baixa caloria, que não promove picos de glicemia, embora garanta o aporte de energia necessário às atividades diárias. Além disso, fornece fibras alimentares, que estimulam a flora bacteriana intestinal — por isso ela também é indicada em casos de prisão de ventre e colesterol elevado. E ainda traz porções de potássio, um mineral que auxilia no controle da pressão arterial.
Alimento poderoso
Já ouviu falar em amido resistente? O nome é dado ao amido que resiste às enzimas digestivas. Ele estimula a atividade intestinal e desacelera o esvaziamento gástrico. Devido a estas características, reduz a quantidade de insulina em circulação e contribui para maior sensação de saciedade. Pesquisas revelam que o amido resistente pode colaborar na prevenção e tratamento do diabetes tipo 2. Suas fontes são tubérculos como batata e mandioca, leguminosas como feijão e grão-de- bico, além de cereais integrais. A batata yacon não fornece amido, mas outro componente que não fica nada a dever, a inulina. Por chegar íntegra ao intestino grosso, ela também evita as perigosas altas nas taxas de açúcar.
Como consumir
Para se obter os melhores resultados, a batata yacon deve ser consumida crua como uma fruta, não frita ou cozida. Com aparência de batata-doce, ela tem a textura porosa e o sabor semelhante ao da pera. Coma de três a quatro fatias por dia. Ou faça um chá com suas folhas e tome duas vezes ao dia.

Classificação das proteínas



 Classificação das proteínas:
1) Proteína de alto valor biológico (AVB): Possuem em sua composição aminoácidos essenciais em proporções adequadas. É uma proteína completa. Ex.: proteínas da carne, peixe, aves e ovo.
2) Proteínas de baixo valor biológico (BVB): Não possuem em sua composição aminoácidos essenciais em proporções adequadas. É uma proteína incompleta. Ex.: cereais integrais e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico, etc.).
3) Proteínas de referência: Possuem todos os aminoácidos essenciais em maior quantidade. Ex.: ovo, leite humano e leite de vaca.
Classificação dos aminoácidos:
Aminoácidos são unidades estruturais das proteínas. Eles se unem em longas cadeias, em várias estruturas geométricas e combinações químicas para formar as proteínas específicas.
1) Aminoácidos essenciais: Precisam ser fornecidos através da dieta. São eles: Valina, lisina, treonina, leucina, isoleucina, triptofano, fenilalanina e metionina. A histidina e a arginina são essenciais para crianças até 1 ano de vida.
2) Aminoácidos não essenciais: Podem ser sintetizados pelo organismo em quantidades adequadas para uma função normal.
Valor biológico:
Determina a quantidade de proteínas encontradas nos alimentos que realmente são absorvidas pelo corpo. As proteínas que contém mais aminoácidos essenciais possuem melhor digestibilidade, tendo uma absorção no trato gastrointestinal mais eficiente. Para obter esta informação deve-se multiplicar o valor Funções das proteínas:
1) Reparam proteínas corpóreas gastas (anabolismo), resultantes do contínuo desgaste natural (catabolismo) que ocorre no organismo;
2) Constroem novos tecidos;
3) Fonte de calor e energia (fornecem 4 Kcal por grama);
4) Contribuem para diversos fluídos e secreções corpóreas essenciais, como leite, esperma e muco;
5) Transportam substâncias;
6) Defendem o organismo contra corpos estranhos (anticorpos contra antígenos);
7) Exercem funções específicas sobre órgãos ou estruturas do organismo (hormônios);
8) Catalisam reações químicas (enzimas).
Aminoácido limitante:
Para se avaliar a qualidade de uma proteína, compara-se sua composição de aminoácidos, com a proteína padrão (do ovo), verifica-se qual dos aminoácidos da proteína em estudo está mais deficiente em relação à padrão. O aminoácido que se apresentar em menor quantidade, é o limitante.
Desnaturação protéica:
Caracteriza-se pela quebra das cadeias lipoprotéicas com a conseqüente desorganização da estrutura interna da proteína. Ocorre quando uma proteína é modificada em sua conformação, de tal modo que perde suas funções biológicas.
Balanço nitrogenado:
É a diferença de nitrogênio (das proteínas) que é ingerido e a quantidade que é excretado.
1) Balanço nitrogenado equilibrado: Quando a quantidade de nitrogênio ingerido é igual a excretado. Ex.: adultos normais que não estão perdendo e nem aumentando a sua massa magra (músculos).
2) Balanço nitrogenado negativo: Quando a quantidade de nitrogênio ingerido é menor que a excretado. Ex.: estado de jejum, dieta pobre em proteínas, dieta restritiva, doenças altamente catabólicas como câncer e AIDS, etc.
3) Balanço nitrogenado positivo: Quando a quantidade de nitrogênio ingerido é maior que o excretado. Ex.: crianças (fase de crescimento), gestantes, treino de musculação com o objetivo de hipertrofia muscular, etc.
Digestão, absorção e metabolismo:
A digestão das proteínas começa no estômago, que devido a presença de ácido clorídrico, desnatura as proteínas (destrói as ligações de hidrogênio da estrutura química). Com isso, as cadeias proteolíticas perdem a forma e ficam mais acessíveis ao ataque das enzimas. A enzima pepsina transforma as proteínas em moléculas menores, hidrolisando as ligações peptídicas. No intestino delgado as proteínas sofrem a ação das enzimas produzidas pelo pâncreas (tripsina, quimotripsina, elastase e carboxipolipeptidase). Após, os peptídeos e aminoácidos absorvidos são transportados ao fígado através da veia porta. Apenas, 1% da proteína ingerida é excretada nas fezes. Os aminoácidos participarão na construção e manutenção dos tecidos, formação de enzimas, hormônios, anticorpos, no fornecimento de energia e na regulação de processos metabólicos (anabolismo e catabolismo).
Necessidades diárias:
As necessidades diárias situam-se em torno de 0,8 a 1 grama por quilo de peso. Em relação à contribuição total das proteínas na ingestão calórica, recomenda-se cerca de 10 a 15%.
Fontes alimentares:
Origem animal: carnes (mamíferos, aves, pescados, etc.), vísceras, ovos, leite e derivados.
Origem vegetal: leguminosas secas (feijões, ervilha, lentilha, grão-de-bico, etc.) e cereais integrais (milho, trigo, etc.).
protéico de cada substância alimentar que compõem o cardápio, pelos fatores de utilização protéica, que são:
Fator de correção
Proteína de cereal = 0,5
Proteína de leguminosa = 0,6
Proteína animal = 0,7
Exemplo: 100g de arroz tem 7g de proteína
7g de proteína x 0,5 = 3,5g de proteína são absorvidas.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Recomendação do consumo de açúcar

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a recomendação ou seja, a ingestão de açúcar (sacarose) não deve ultrapassar 10% do consumo diário total de calorias. Isso equivale numa dieta de 2.000 calorias diárias, a quatro colheres de sopa rasas, aproximadamente. Essa porção inclui tanto a colherinha que adoça o cafezinho de manhã quanto o açúcar usado na receita do bolo. (Bergamo; Neiva, 2006).
A glicose pode ser facilmente encontrada em frutas, verduras e cereais. De acordo com Neto (2003), o consumo exagerado de sacarose apresenta, no mínimo, dois problemas. O primeiro se refere às doenças da cavidade oral, como por exemplo, a cárie dentária. E o segundo, é que pode levar à obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares.

CONSUMO DIÁRIO DE AZEITE

QUANTIDADE IDEAL DO CONSUMO DIÁRIO DE AZEITE
Quanto de azeite consumir? Essa é uma pergunta que ajuda na ingestão ideal do alimento e no combate ao colesterol ruim, o LDL.
Azeite
Você já sabe que este alimento contém grande quantidade de ácidos graxos monoinsaturados e que estimula o fígado a produzir o chamado colesterol bom, o HDL. Para desfrutar desses benefícios, a nutricionista Luciana Abreu recomenda a ingestão de 25 ml (5 colheres de chá) de azeite de oliva virgem (de baixa acidez) todos os dias: “Ingerindo essa quantidade aumenta-se a resistência da molécula de LDL à oxidação o que, entre outras coisas, dificulta que essa gordura se deposite nos vasos sanguíneos''.



terça-feira, 19 de maio de 2015

Alimentos que rejuvenescem

Alimentos que rejuvenescem

A alimentação é o detalhe principal que determina uma saúde boa ou ruim para qualquer pessoa. É através dela que absorvemos o que há de melhor em nutrientes e vitaminas, que podem regular o intestino, evitar doenças e até mesmo rejuvenescer o organismo. Confira alguns alimentos que ajudam neste processo, essenciais para quem deseja ter uma aparência jovem por mais tempo.

É importante que todas as refeições estejam ricas em alimentos com Vitaminas C e E, Zinco, Betacaroteno entre outros. 

Veja onde podemos encontrar estas vitaminas:

Betacaroteno – vegetais folhosos verdes escuros e frutas amarelo-alaranjados;
Vitamina C –
 frutas cítricas, legumes e vegetais folhosos crus. 
Vitamina E – gérmen de trigo, abacate, frutas vermelhas, óleos vegetais de milho, soja e girassol além de vegetais de folhas verde-escuras, semente de linhaça, legumes, castanhas e nozes de todos os tipos.

Também encontramos substancias que auxiliam o rejuvenescimento devido a sua composição. Tais como:


Camomila:
 Muito bom para eliminar o inchaço e proteger o corpo de alergias, é rico em aloe vera e possui óleo azuleno em sua composição, responsável por ajudar nesta proteção contra as alergias. Esta é uma erva anti-inflamatória, relaxante e calmante, ideal para compressas quentes para pessoas com pele sensível.
Leite: Muito bom para a elasticidade e firmeza da pele. São encontrados no leite aminoácidos que favorecem a produção de colágeno, substância esta responsável pela firmeza da pele. 
Mel: Excelente hidratante para a face, além de possuir vitaminas A, C, D, E quando consumido, que são ideais para a redução de manchas na pele, rugas e flacidez.
Uva:
 Rica em vitamina C, antioxidantes, flavonoides. A uva é uma fruta rejuvenescedora, favorece a renovação celular da pele ajudando a prevenir o aparecimento de acnes e auxilia na cicatrização formada por elas, além de proteger o organismo contra os radicais livres. Ótima para revigorar e hidratar a pele, promovendo o rejuvenescimento. Se combinado com argila branca no uso de máscaras, garante um ótimo resultado em longo quando utilizado de forma correta.

domingo, 17 de maio de 2015

Os benefícios do cromo para o organismo


Não é novidade que para o bom funcionamento do organismo precisamos das vitaminas e minerais, que obtemos por meio da alimentação, desde que seja equilibrada, ou seja, rica em frutas, verduras, legumes, grãos, proteína vegetal, proteína animal, entre outros ingredientes.
Os sais minerais são parceiros das vitaminas. Esses nutrientes são considerados inorgânicos, pois não podem ser produzidos por seres vivos, por isso precisamos consumir por meio da alimentação. Os minerais têm várias funções como crescimento, defesa imunológica, formação de ossos, dentes, tecidos, músculos, sangue, etc. São importantes ainda para prevenir doenças e para o bom funcionamento de vários sistemas.
Hoje vamos falar sobre o cromo: A principal função desse mineral é trabalhar auxiliando a insulina, hormônio secretado pelo pâncreas e responsável pela distribuição do açúcar que vem dos alimentos para o corpo. Quando há deficiência de cromo na dieta, pode ocorrer uma perda na sensibilidade da ação da insulina. Com isso, a pessoa passa a absorver muito mais rápido o açúcar de doces e pães, o que consequentemente, leva à diminuição da saciedade e ao aumento do peso, gerando, entre outras doenças, o diabetes tipo 2.
Estudos recentes em países ocidentais mostraram que o consumo do cromo é menor que a quantidade diária recomendada. Atualmente, estima-se que 90% dos norte-americanos com mais de 50 anos de idade tem deficiência de cromo. No Brasil, a deficiência de cromo é bem parecida. É preciso levar em conta que o nível do mineral diminui com a idade. Além disso, menos de 1% do cromo ingerido é absorvido. O cromo é eliminado pelo suor, por isso as pessoas que malham e têm sudorese excessiva podem apresentar deficiência.
O cromo tem outros benefícios também como o controle do colesterol ruim, a redução das variações do humor, alívio dos sintomas da depressão, melhora da fadiga, aumento da capacidade do corpo em ganhar massa muscular e auxilia no tratamento do diabetes tipo 2.

Sinais e sintomas da deficiência
Fome excessiva, necessidade de comer pães e doces e crises de hipoglicemia (queda do açúcar no sangue) podem indicar a falta de cromo. Já é possível verificar o nível do cromo por meio de um simples exame de sangue.
Fontes de cromo
A recomendação diária de cromo para uma pessoa adulta é de 20 a 35mcg/dia, dependendo do sexo e da idade. A melhor maneira de manter o nível ideal do cromo no organismo é por meio da alimentação. Mas é preciso tomar cuidado para não exagerar: em doses altas pode fazer mal à saúde.
Uma das melhores fontes de cromo é o levedo de cerveja. Também pode ser encontrado em carnes, frango, fígado, ovos, ostras, grãos integrais, germe de trigo, queijo, pimentão, banana, espinafre, cogumelos, entre outros alimentos.

Vale lembrar que os alimentos integrais contribuem para uma dieta rica em cromo. Para se ter uma ideia, o arroz branco tem apenas ¼ da quantidade de cromo presente na versão integral. Um copo de suco de uva contém 7,5 mcg de cromo e meia xícara de brócolis 11 mcg.